Jogadoras surdoatletas de basquete do Brasil e da Polônia dão exemplo de esportividade

Brasil e Polônia se enfrentaram na manhã desta quarta feira (04/05), pela primeira rodada do basquete feminino das Surdolipíadas em Caxias do Sul. Apesar da larga vitória por 125 a 10 para a Polônia, a capitã polonesa, Agata, fala do nervosismo, das belezas do Brasil e de Caxias do Sul. Para ela, esta vitória traz uma mensagem para toda comunidade surda.


"Achei lindo o visual do país! Como Caxias do Sul é uma cidade maravilhosa, né? Estava um pouco ansiosa, nervosa com o jogo, com a primeira disputa. Hoje, me senti muito emocionada, feliz nesse desafio. Quero mesmo levar essa mensagem do surdo nesse jogo até o final", comenta.

Sem esconder sua emoção, a capitã da equipe brasileira, Hellene, fala da dificuldade que a seleção passou até chegar neste dia histórico, porque pela primeira vez a equipe disputa uma partida pela Surdolimpíadas. Mesmo com a derrota, ela está muito feliz pelo momento que está vivendo.


"Na história toda, nunca tivemos basquete feminino, sempre o masculino. A gente sabe que é difícil, mulher é mais difícil também. Em vários estados eu não acreditava, mas o técnico acreditou. Parece que é um sonho, parece que não é verdade o que eu estou passando hoje. Eu não consigo parar de me emocionar", conta.

Confira na reportagem de Douglas Mondadori:




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