Presidente da CBDS ressalta que as Surdolimpíadas são uma marca para história do Brasil




De 1ª a 15 de maio, os olhares do mundo estiveram voltados para o Brasil, e, principalmente, dos 77 países que fizeram parte da 24ª edição das Surdolimpíadas.

Certamente um marco na história do esporte brasileiro, que recebeu pela primeira vez a competição, considerada a 3ª maior do mundo. Legado este que estendemos a cidade de Caxias do Sul, que recebeu de braços abertos atletas, delegações e turistas que circularam e fizeram parte de tudo isso.

Para a presidente da Confederação Brasileira de Desporto de Surdos (CBDS), Diana Kyosen, mais que um evento esportivo, a Deaflympics é um evento social.

Principalmente no que se que se refere as questões de acessibilidade, comunicação às pessoas surdas. Então eu considero um sucesso.

Ainda durante a fala, a presidente ressaltou o papel fundamental e os desafios que Caxias do Sul teve, para receber os jogos e todas as pessoas que se instalaram na cidade ao longo dos 15 dias.

“Acredito que vai aumentar muito mais a visibilidade, as questões políticas do esporte e vários outros pontos.”

Para Diana, um dos momentos mais marcantes das competições está no atletismo.

“A CBDS existe há 38 anos, e essa é uma marca na nossa participação. Um dos nossos atletas ficou em sexto lugar no mundo. É muito importante que a gente mostre a nossa capacidade, doar desempenho nessa modalidade, então foi uma marca.”

Diana está à frente da entidade desde 2020, e esta foi a primeira Surdolimpíadas como presidente da CBDS.



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