Presidente da Confederação Brasileira de Wrestling salienta o nível alto dos atletas


O nome da a entender que tudo é permitido, Luta livre, mas tanto nos jogos olímpicos a modalidade tem regras. Embora o objetivo seja dominar o rival, algumas técnicas são proibidas: golpes baixos, estrangulamentos, puxões de cabelo, dedo no olho são punidos com a desclassificação.
O esporte busca combinar a força física com a estratégia de combate.
A diferença da luta livre em relação à luta greco-romana está no uso das pernas para derrubar ou deslocar o adversário. Na Deaflympics Games no Brasil o destaque ficou com os iranianos e turcos.
Para o Flávio Cabral Neves Presidente da Confederação Brasileira de Wrestling o diferencial da 24ª Surdolimpíadas foi o nível dos atletas.
“Eu achei o nível altíssimo. De campeonato mundial mesmo. Para nós foi interessante ser aqui no Rio Grande do Sul, pois mostrou uma capacidade de organização e saber que hoje podemos fazer campeonato aqui. Foi muito boa a transmissão. E pessoal ficar atento se tiver algum colega que seja surdo que leve a praticar esporte”.

O chefe da arbitragem do Wrestling, Václav Scheiner, enviado pela federação internacional de wrestling, confirma que os árbitros da 24ª Deaflympics estavam muito preparados.

“O nível de atletas eh oito alto nesta Deaflympics e a confederação brasileira preparou algo muito apropriado com boas lutas e eu realmente espero que os atletas tenham gostado também. Com certeza eh uma competição completamente diferente em termos de estrutura até dos níveis da arbitragem eh a terceira vez que participo de uma Deaflympics essa com o nível foi muito altos foi uma experiência muito interessante.”

Confira na reportagem de Melissa Bueno:




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